O homossexualismo modalmente promovido pela contemporânea revolução
sexual é uma praga? O dicionário Aurélio define praga como: calamidade; nociva;
desagradável; importuna; moléstia. A biologia explica que o maior impulso
natural da vida é o da preservação da espécie. Maior, inclusive, do que o
instinto de cuidado pela vida individual. Por exemplo, uma árvore que é podada “pensa” que
vai morrer, então potencializa suas forças para produzir, o mais rápido
possível, muitos frutos, para, principalmente, garantir a perpetuação da sua espécie
através de suas sementes. É o “Crescei e multiplicai”. Nessa ordem, o homem e a
mulher, associando seus genes, garantem o êxito desse objetivo de continuidade
à raça humana. E o homossexualismo, que, se apresenta nesse prisma como
opositor à continuidade da espécie humana, de forma sistemática, abundante e
crescente, pode, realmente, ser interpretado como praga?
Assim como as pragas são adquiridas, a ciência afirma que o
homossexualismo o é. O cantor Falcão, na sua composição “Holiday e foi muito”,
apesar do aspecto cômico da canção, reproduz o que preconiza a ciência: “O
homem nasce sem maldade em parte nenhuma do corpo”. E traz à baila o tema do filósofo inglês
Thomas Hobbes: “O homem é lobo do homem” como explicação de que o homem é uma
ameaça a sua própria espécie, pois é capaz de romper a promessa do compromisso
primaz da perpetuação da espécie, em nome do seu próprio gozo egoístico.
Retrata ainda, a tese musicada, que é após conquistar o desenvolvimento social
e filosófico, que o homem fica “danado, letrado, inteligente e sabido”. E
depois desse condicionamento especial, fica, abundantemente, “suave, delicado e aberto a novas
experiências”.
Apesar de, atualmente, haver muitas vertentes contrárias,
originadas, principalmente, na deturpada concepção de liberdade, a sociedade, instintiva e naturalmente, rejeita o homossexualismo. Mesmo que essa rejeição
seja abalizada como hipocrisia. Aos críticos, radicais, aos ignorantes e aos
que apontarão esse texto como homofóbico, lança-se o desafio de negar o
sentimento de choque, frustração, decepção natural, que acomete a maioria das famílias,
quando um de seus membros adota o homossexualismo. Embora acabem fazendo uso maior da
tolerância, sustentada pelo relembrado amor, como principal ferramenta para a convivência.
O filósofo Raul Seixas, (sim, formado em filosofia) taxado de
ultramoderno e à frente do seu tempo, em sua composição musical “Roque das
aranha” relata o homossexualismo como uma prática anormal, inaceitável e
creditada a alguma carência: “Eu to sabendo, alguma coisa tá faltando”. Concorda
com Falcão que diz: “Nada de novo no front
[...] a saída é a retaguarda”, e finaliza: “Cobra com aranha é que dá pé,
aranha com a aranha sempre deu em jacaré”, fazendo alusão ao conselho
admoestador que era dado, antigamente, pelos pais que, de forma lúdica,
reproduziam o ditado: “Homem com homem, vira lobisomem; mulher com mulher, vira
jacaré”.
Mas “tá legal...” Tudo tem seu lado positivo. Assim como as intempéries da natureza são mecanismos que promovem o equilíbrio necessário para o mundo,
muitas vezes causando danos de grande monta, a sociedade analogamente faz o
mesmo, tentando imitar a natureza em busca do mesmo fim. Os adventos sociais
equilibradores, como Hitler (guerra), a fome, o controle de natalidade e a
castidade, entre outros, além de desumanos, não foram capazes de gerar a tão
imperiosa detenção do crescimento populacional, que é reconhecido como um grande mal. Desde a primeira Revolução Industrial,
as populações vêm crescendo algebricamente, enquanto os recursos naturais
trilham uma evolução aritmética, demasiadamente lenta, quase regressiva. E essa
preocupação é tão gritante, que os cientistas que antes zombavam, já estão
reconsiderando a tese de Robert Maltus, de que o planeta chegaria rapidamente ao
colapso, justamente por conta desse desbalanceamento de haver gente demais no planeta. E agora, como uma espécie
de Nova Ordem Mundial, surge como uma moda, o homossexualismo que, já foi proibido e na sequência
tolerado, passou, rapidamente, a ser fomentado, já é enaltecido e os humoristas
dizem que em pouco tempo será obrigatório. Por isso Falcão enfatiza: "Mas não é preciso ser nenhum Nostradamus para saber que, daqui a bem poucos anos, quem não for viado não vai estar na moda".
Dessa forma, pergunta-se: será que é verdadeira a tese de que o homossexualismo, como uma praga modal, é o que vai, finalmente, conter o grave problema do mórbido crescimento populacional da Terra? Será que é devido a essa grandeza, que os modistas não se satisfazem mais, somente com a garantia do direito ao respeito? Será que é por isso que, agora, exigem aplausos como "salvadores da pátria" e por estarem no topo da moda?
Dessa forma, pergunta-se: será que é verdadeira a tese de que o homossexualismo, como uma praga modal, é o que vai, finalmente, conter o grave problema do mórbido crescimento populacional da Terra? Será que é devido a essa grandeza, que os modistas não se satisfazem mais, somente com a garantia do direito ao respeito? Será que é por isso que, agora, exigem aplausos como "salvadores da pátria" e por estarem no topo da moda?
Luis Borsan


Muito bom👏👏👏👏... Interpreto este texto como um dos melhores de seu blog ja lido por mim. Faltou citar dr. Enéas e suas ideologias intelectuais sobre tema. Parabéns pela abordagem.
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